Noite muito agitada que guardava muitas esperanças nos olhos de vários estudantes ali no local. Encontro entre alunos para a formatura de final de ano, como de costume. De onde estive posicionada pude ver a arquibancada lotada de almas esperançosas com o futuro conversando paralelamente. Todos providos de azul marinho, chapéu simples para a ocasião com detalhes marcantes em tom de vermelho perto ao pescoço.
No pátio, uma estrutura básica para a iniciação da solenidade, as luzes se apagaram, os gritos se elevaram, onde só se podia ver através dos flashes das câmeras. Preferi não participar do ato, mas marquei presença com a amizade, dei mais alguns passos e quando pude enfim localizar a classe onde passei dois anos repletos de emoções.
Meu coração batia mais forte com o passar do tempo cuja emoção não cabia e se expandia com lagrimas. Uma noite espetacular os aguardava. Aproximei até o inicio da arquibancada, onde pude sentir o fervo subir na pele. Quando dei por mim, tudo já havia iniciado repentinamente. Todas as cabeças apontadas para o palco armado no centro do pátio, de onde a diretora pronunciava as palavras e, após seguiriam as chamadas dos formandos receberem os agradecimentos.
De repente, a tocar meu braço, senti uma mão estranha me forçando para perto. Na imagem distorcida na escuridão, um homem formalmente vertido, cara pálida, careca, me fitava intensamente.
Tentei me livrar, mas ele me prendia como um condenado. Não entedia ao certo seu proposito. Foquei meu olhar em suas mãos, tentando me soltar. Dominando minha mente, só bastava o som alto proveniente do pátio. De repente me arrastou até um corredor vazio. Seu rosto fora bonito, mas nada explicava a brutalidade interna.
Enfim, me soltastes, em seguida pôs as duas mãos em meu rosto e se aproximou o mais perto dos meus lábios. Sua respiração rápida, mãos quentes e fortes. Não pude reagir.
Quando menos se espera, um beijo entre nos é desencadeado profundamente. Fechei os olhos e logo depois quando abri, só pude olhar suas mãos desaparecendo pelos corredores da escola. Permaneci parado, tentando entender o que o levou a fazer isso. Mas a vida me aguardava lá fora, aproveitei a bela noite de formatura sem esquecer em o beijo misterioso.
Poesia Urbana.
Conheça meu canal; Igor "Pois é" http://www.youtube.com/user/IgOrAbMaD
domingo, 28 de novembro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
1. Carol
Perto da hora dos sinos alarmarem o intervalo de nossa sala, puxo uma pequena prosa com uma das minhas melhores colegas de classe. Carol, garota que estampa simpatia na face dócil e cheia de graça. Sentada na segunda carteira da segunda fileira, bem de frente para o quadro negro, repleto de árduas matérias a serem copiadas.
Entre poucas sussurradas no ouvido para driblar a atenção do professor de matemática, trocávamos novas vivências caseiras.
- Carol! O que você faz quando chega em casa?
- ah! Chego as 11 horas e 45 minutos em casa, almoço, assisto TV, e descanso o resto da tarde.
- mas... Quando você faz tarefa?
- não faço! - ela emitiu um sorriso misterioso aos meus olhos e repôs o que havia dito. - as vezes faço ao longo da noite e, depois disso, pergunto a minha mãe sobre o que vai ter para a janta de hoje.
Risos cercam as adjacências da sala, a prosa divertida tem fim, porem, estamos ai, lutando pra passar de ano.
Entre poucas sussurradas no ouvido para driblar a atenção do professor de matemática, trocávamos novas vivências caseiras.
- Carol! O que você faz quando chega em casa?
- ah! Chego as 11 horas e 45 minutos em casa, almoço, assisto TV, e descanso o resto da tarde.
- mas... Quando você faz tarefa?
- não faço! - ela emitiu um sorriso misterioso aos meus olhos e repôs o que havia dito. - as vezes faço ao longo da noite e, depois disso, pergunto a minha mãe sobre o que vai ter para a janta de hoje.
Risos cercam as adjacências da sala, a prosa divertida tem fim, porem, estamos ai, lutando pra passar de ano.
Casa
Molho de chaves balançando na fechadura, há algo interessante junto ao conjunto.
Janela aberta, cortina dançando com vento soprando, e o sol iluminando-a.
Cadeira fora do lugar com o tapete saliente... Não é simples descuido, pois sim, há gente em casa, andando, vivendo, respirando... Vida.
Janela aberta, cortina dançando com vento soprando, e o sol iluminando-a.
Cadeira fora do lugar com o tapete saliente... Não é simples descuido, pois sim, há gente em casa, andando, vivendo, respirando... Vida.
sábado, 18 de setembro de 2010
Passeio pelo bairro...
Em meados das nove e meia, Mary, minha mãe, chega dizendo que iria passar na casa de sua amiga e aproveitou para me levar e degustar as pizzas que la estavam sendo feitas. Tudo muito bem, tudo muito bom. Mas algo não estava legal pro meu gosto.
"Festa pra mim, requer; No mínimo umas 5 pessoas no local, pra não ficar fora de controle e manter a boa vivência entre os humanos que estarão consumindo minha comida e tudo mais". Porem foi isso que Mary disse. - são poucas pessoas por la. Só uma reunião "básica". Eu de modo fiquei indeciso, mas com muita fome disse. - ah! então eu vou com você.
Rodas na estrada não demoraram o tempo de uma musica do justin bieber chegar ao termino. E logo estava eu paralisado com o volume gigantesco de pessoas reunidas em apenas um local. Que fora a casa da amiga de Mary.
Muitas pessoas falando ao mesmo tempo, cerveja, cigarro, papo de bêbado velho e etc. Contando com a parte em que o marido da amiga de minha mãe andava de um lado para o outro com os olhos redondos refugiados debaixo dos óculos de grau. fala mansa e um short que fazia mostrar pouca forma física.
Tudo parecia esta entrando em colapso dentro de minha mente pequena e maliciosa. E todavia me levava a olhar para três casais de longa data de casamento. Sabe como é né? - Tem aqueles em que a mulher é a coitada que fica com um filho na mão pra cuidar, e o marido, nem se fala. Aparentava ter uns 40 anos, porem portava em seu corpo um estilo jovem o bastante para a idade já avançada. Tomando a moral de; "O homem da casa" e carregando um copo de cerveja e dizendo coisas sem nexo. Nem me obrigo a dizer os dois restantes casais, é só tentar imaginar a pouca falta de postura.
Chega o momento de degustarmos a tão esperada pizza, o coro de vozes só parou por que tinha coisa dentro da boca. E la estava eu, cansado da pouca postura e ironizando o ambiente com a pizza cheia de cat-chup manchando minhas mãos, olhando para os desolados visitantes. Não perdurei muito naquele local, com muita tensão correndo em meu corpo, peguei a moto e segui em direção a minha residencia. Onde realmente nunca deveria ter saído pra nenhum lugar... boa noite.
"Festa pra mim, requer; No mínimo umas 5 pessoas no local, pra não ficar fora de controle e manter a boa vivência entre os humanos que estarão consumindo minha comida e tudo mais". Porem foi isso que Mary disse. - são poucas pessoas por la. Só uma reunião "básica". Eu de modo fiquei indeciso, mas com muita fome disse. - ah! então eu vou com você.
Rodas na estrada não demoraram o tempo de uma musica do justin bieber chegar ao termino. E logo estava eu paralisado com o volume gigantesco de pessoas reunidas em apenas um local. Que fora a casa da amiga de Mary.
Muitas pessoas falando ao mesmo tempo, cerveja, cigarro, papo de bêbado velho e etc. Contando com a parte em que o marido da amiga de minha mãe andava de um lado para o outro com os olhos redondos refugiados debaixo dos óculos de grau. fala mansa e um short que fazia mostrar pouca forma física.
Tudo parecia esta entrando em colapso dentro de minha mente pequena e maliciosa. E todavia me levava a olhar para três casais de longa data de casamento. Sabe como é né? - Tem aqueles em que a mulher é a coitada que fica com um filho na mão pra cuidar, e o marido, nem se fala. Aparentava ter uns 40 anos, porem portava em seu corpo um estilo jovem o bastante para a idade já avançada. Tomando a moral de; "O homem da casa" e carregando um copo de cerveja e dizendo coisas sem nexo. Nem me obrigo a dizer os dois restantes casais, é só tentar imaginar a pouca falta de postura.
Chega o momento de degustarmos a tão esperada pizza, o coro de vozes só parou por que tinha coisa dentro da boca. E la estava eu, cansado da pouca postura e ironizando o ambiente com a pizza cheia de cat-chup manchando minhas mãos, olhando para os desolados visitantes. Não perdurei muito naquele local, com muita tensão correndo em meu corpo, peguei a moto e segui em direção a minha residencia. Onde realmente nunca deveria ter saído pra nenhum lugar... boa noite.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Retorno ao lar
Faz tempo que não visito meu lar de confissões, mas agora estou de volta para fixar-me por aqui mesmo. Sem muito hesitar pensei que não poderia deixar meu bem psicológico sumir, findar - se sem motivos expressos. Isso tem um valor inestimável pra mim, ainda mais quando se tem amor e pura dedicação adicionados a essa receita maravilhosa que fora a boa literatura que e capaz de me encantar cada vez mais ao decorrer da vida.
O meu muito obrigado por tudo.
O meu muito obrigado por tudo.
sábado, 10 de julho de 2010
Foi sem pensar...
Hoje não posso me estressar, me odiar, me apagar, me menosprezar.
Preciso de tudo, preciso de todos sempre ao meu lado.
Vivendo cada dia, cada hora... Cada segundo atrás da paz e tentando derrotar a má esperança dos indesejados.
Se eu perder, é porque não dei o meu melhor, mas não vou deixar de lutar pelos meus objetivos. Não, não irei alterar meus gostos, minhas rotinas para agradar o inimigo conhecido.
Se ficar drogado pelas ações mundanas, é por que tivestes ignorância e pouca ciência dos efeitos ao longo dos anos.
Preciso de tudo, preciso de todos sempre ao meu lado.
Vivendo cada dia, cada hora... Cada segundo atrás da paz e tentando derrotar a má esperança dos indesejados.
Se eu perder, é porque não dei o meu melhor, mas não vou deixar de lutar pelos meus objetivos. Não, não irei alterar meus gostos, minhas rotinas para agradar o inimigo conhecido.
Se ficar drogado pelas ações mundanas, é por que tivestes ignorância e pouca ciência dos efeitos ao longo dos anos.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Copa, academia e provas bimestrais.
Olá. Como vai você?
Eu vou bem, mas por motivos de força maior eu estou interagindo pela escrita com meus seguidores de twitter, blog, Orkut, facebook e tudo mais... De inicio encontrei a senha de minha conta no youtube e por fim desejei fazer um vídeo bem legal de estréia abordando esse tema de hoje. Pois é, vida de Igor é assim, a webcam decidiu apresentar erros logo nesse dia.
Pra inicio de conversação, vamos falar de copa. A copa é algo muito complexo pra meus poucos conhecimentos de esportes e coisas do gênero. É o momento em que vejo o povo de verde e amarelo, ou de amarelo e verde andando pela rua... Sem esquecer-se do desfile de carros em meio às largas avenidas com aquelas bandeirinhas e adereços do Brasil. Tem de todos os tipos e tamanhos, tanto que da para observar o capital do cidadão pelo acessório posto no automóvel. Uns apelam para a bandeirinha de plástico que faz um barulho super tenso ao entrar em atrito com o vento durante os passeios pela cidade. Já outros esbanjam o poder econômico ao estampar uma bandeira do Brasil sobre o capô do carro, chique é claro. Mas ainda não cheguei ao cumulo da humildade. O cidadão me Põe duas fitinhas na antena do carro, e sai pela cidade com o peito cheio do orgulho. Não é zoação, se você não estiver realmente atento, nem vai notar as fitinhas postas.
Mudando de assunto, agora vamos falar de academia.
É algo muito legal de se frequentar, hora tem seus momentos bons, noutros muito ruins. Os bons é que você emagrece e ainda tira tempo pra conversar com os conhecidos e tudo mais. O ruim é aquela coisa... Parece que todos estão te observando, te fiscalizando. Teve momentos em que deu vontade de sair correndo pra casa. Mas olhando bem, todos estão apenas focados na física. Porem o assunto não chegou aonde quero chegar. O curioso está nos homens bem fortões, o que é muito engraçado de se ver quando cheguei perto de um deles e o seu tamanho que é de cair na risada. Eu tenho 15 anos e sou maior que os fortões. Coisa que pensava ser o inverso, o gordo parece ser de e estatura média e os fortões, altos. Coisa tensa, não é?
Chega! Esse assunto foi tenso de mais...
Pra piorar o clima vou falar de provas bimestrais, coisa que só estudante sente na pele.
Você permanece durante anos confinados naquele “campo” de estudo pra ser o que você é hoje e repassa isso para seus filhos e netos e a galera do pagode. Mas tudo isso tem um lado bom, alem de incrementar a intelectualidade e o ego. Não sei se esse esquema serve para todas as escolas, portanto estou comentando esse fato também tenso. A vantagem de se ter provas bimestrais é chegar mais cedo em casa pra poder assistir Ana Maria Braga, mas ultimamente tenho não realizado esse desejo em virtude dos jogos da bendita copa. Ufa... Cansei. Alias, tenho que estudar, por que amanha tenho três provas.
Até mais pessoal.
Sigam-me no twitter pessoal; @Igor_Abmad
Eu vou bem, mas por motivos de força maior eu estou interagindo pela escrita com meus seguidores de twitter, blog, Orkut, facebook e tudo mais... De inicio encontrei a senha de minha conta no youtube e por fim desejei fazer um vídeo bem legal de estréia abordando esse tema de hoje. Pois é, vida de Igor é assim, a webcam decidiu apresentar erros logo nesse dia.
Pra inicio de conversação, vamos falar de copa. A copa é algo muito complexo pra meus poucos conhecimentos de esportes e coisas do gênero. É o momento em que vejo o povo de verde e amarelo, ou de amarelo e verde andando pela rua... Sem esquecer-se do desfile de carros em meio às largas avenidas com aquelas bandeirinhas e adereços do Brasil. Tem de todos os tipos e tamanhos, tanto que da para observar o capital do cidadão pelo acessório posto no automóvel. Uns apelam para a bandeirinha de plástico que faz um barulho super tenso ao entrar em atrito com o vento durante os passeios pela cidade. Já outros esbanjam o poder econômico ao estampar uma bandeira do Brasil sobre o capô do carro, chique é claro. Mas ainda não cheguei ao cumulo da humildade. O cidadão me Põe duas fitinhas na antena do carro, e sai pela cidade com o peito cheio do orgulho. Não é zoação, se você não estiver realmente atento, nem vai notar as fitinhas postas.
Mudando de assunto, agora vamos falar de academia.
É algo muito legal de se frequentar, hora tem seus momentos bons, noutros muito ruins. Os bons é que você emagrece e ainda tira tempo pra conversar com os conhecidos e tudo mais. O ruim é aquela coisa... Parece que todos estão te observando, te fiscalizando. Teve momentos em que deu vontade de sair correndo pra casa. Mas olhando bem, todos estão apenas focados na física. Porem o assunto não chegou aonde quero chegar. O curioso está nos homens bem fortões, o que é muito engraçado de se ver quando cheguei perto de um deles e o seu tamanho que é de cair na risada. Eu tenho 15 anos e sou maior que os fortões. Coisa que pensava ser o inverso, o gordo parece ser de e estatura média e os fortões, altos. Coisa tensa, não é?
Chega! Esse assunto foi tenso de mais...
Pra piorar o clima vou falar de provas bimestrais, coisa que só estudante sente na pele.
Você permanece durante anos confinados naquele “campo” de estudo pra ser o que você é hoje e repassa isso para seus filhos e netos e a galera do pagode. Mas tudo isso tem um lado bom, alem de incrementar a intelectualidade e o ego. Não sei se esse esquema serve para todas as escolas, portanto estou comentando esse fato também tenso. A vantagem de se ter provas bimestrais é chegar mais cedo em casa pra poder assistir Ana Maria Braga, mas ultimamente tenho não realizado esse desejo em virtude dos jogos da bendita copa. Ufa... Cansei. Alias, tenho que estudar, por que amanha tenho três provas.
Até mais pessoal.
Sigam-me no twitter pessoal; @Igor_Abmad
domingo, 27 de junho de 2010
Pouco é demais... (Não pra mim)
Amar-te é algo complexo aos meus poucos princípios filosóficos.
Amar-te é equivalente a um desafio, um enigma infindo cuja recompensa seja olhar seu semblante cheio de alegria. Porem... Difícil é compreendê-lo, visto que não posso me aproximar do teu corpo tão cheio de vida, tão... Proibido.
Amar-te é equivalente a um desafio, um enigma infindo cuja recompensa seja olhar seu semblante cheio de alegria. Porem... Difícil é compreendê-lo, visto que não posso me aproximar do teu corpo tão cheio de vida, tão... Proibido.
Assinar:
Postagens (Atom)